Secretarias e Órgãos

Telefones úteis

Redes Sociais

Página Inicial Notícias Produtos em safra estimulam a queda dos preços na Ceasa Cariri
voltar imprimir
Aumentar texto Diminuir texto
Produtos em safra estimulam a queda dos preços na Ceasa Cariri PDF Imprimir E-mail
Escrito por Helena Demes Martins de Araújo Costa   
Qua, 10 de Janeiro de 2018 12:37

Hortaliças e frutas em safra tendem a ter redução nos preços.  Portanto, é sempre importante ficar atento ao período de colheita destes produtos, para economizar na hora das compras.

É o caso da manga, por exemplo, que fechou o ano de 2017 na Ceasa Cariri com uma queda de 37,3% no seu preço em dezembro, em relação ao mês de novembro, sendo comercializada em dezembro a R$ 21,66 a caixa com 20 kg. Outra fruta que teve queda no seu preço foi a acerola (8,9%), vendida em dezembro a R$ 48,66 a caixa com 25 kg.

Odálio Girão, analista de mercado da Ceasa-CE, explica que a manga e a acerola encontram-se em plena safra na região e que por isso os preços tiveram uma queda e continuam convidativos para o consumidor.

Na contramão da queda dos preços na região do Cariri, o grande vilão no aumento de preços foi o maracujá, que subiu 74,12% em dezembro, se comparado ao mês de novembro de 2017, chegando a R$ 65,00 a caixa com 18 kg.

O segundo maior aumento foi da goiaba (35,04%), comercializada em dezembro do ano passado a R$ 61,66 a caixa com 25 kg, seguido da banana pacovan (20%) vendida a R$ 19,26 o cento e da uva Itália (18,18%), ao preço de R$ 69,33 a caixa com 20 kg.

Para Odálio Girão, o grande aumento no preço do maracujá deve-se à redução da colheita na Ibiapaba. Ele esclarece também que a uva e a goiaba são produtos da região do Vale do São Francisco, e que a redução das colheitas e menor oferta no mercado local, além de novo ciclo de produção dos produtos, contribuíram para o aumento de preços.

Já o aumento no preço da banana pacovan, produto local, deve-se ao fim da safra do produto, com menos colheita e os pomares se recompondo para nova safra.

Nas hortaliças, a campeã de redução de preços foi a cenoura, com queda de 3,2%, sendo vendida a R$ 46,33 o saco com 20k, seguido do aipim, que teve uma redução de 2,9%, vendido ao preço de R$ 38,66 a caixa com 25 kg e da pimenta de cheiro, que caiu 1,04% e comercializada a R$ 32,00 a caixa com 10kg.

Já na lista de hortaliças que tiveram aumento de preços, o tomate  cajá puxa a lista, com aumento de 95,48% em dezembro de 2017, sendo vendido a R$ 72,33 a caixa com 25kg. Em seguida, vem o repolho híbrido, que teve aumento de 32,5%, vendido a R$ 38,00 o saco de 20kg e a batata inglesa, com aumento de 16,12%, comercializada ao preço de R$ 129,67 o saco de 50kg.

Para Odálio Girão, o aumento do tomate deve-se ao fato dele ter entrado no período do fim de colheitas e estar aguardando novos plantios com a safrinha que vai surgir. O aumento do repolho deve-se à redução da sua produção, não só na Ceará, mas também na Bahia e Pernambuco, o que fez com que chegasse menos produto ao mercado.

Ainda segundo Girão, o aumento da batata inglesa deve-se ao fato dela ter perdido força na colheita nos estados da Bahia e Minas Gerais, entrando no mercado do Cariri batata de estados como São Paulo, Paraná e Santa Catarina, influenciando na logística e no frete do produto.

No ano de 2017, a Ceasa Cariri teve um total geral nas entradas de 57.843,8 toneladas, para um valor de R$ 95.793.128,80.



Helena Demes
Assessora de Comunicação e Marketing
Ceasa-CE
Tels: (85) 3299-1701/98874-8584

Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4

 

Calendário

Janeiro 2018
D 2a 3a 4a 5a 6a S
31 1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31 1 2 3

Jornal